A Gripe do Medo

| 16 maio 2009

A gripe suína, renomeada de "influenza A (H1N1)"), apesar da intensa cobertura da imprensa internacional e do demasiado alarde das autoridades, principalmente da OMS (Organização Mundial da Saúde), provavelmente não terá o impacto que as pessoas esperavam.

Depois do surgimento da gripe aviária, a imprensa mundial preparou o cenário e a cabeça das pessoas para uma catástrofe epidêmica, uma doença aniquiladora da raça humana, então, eis que surge a GRIPE SUÍNA, com mais popularidade do que Obama e Lula juntos. Ela parecia altamente perigosa com seu alto grau de contágio e para aumentar o seu status quo, aparece no cenário mundial com mais de 20 casos de morte no México, realmente é o nosso fim…

Na verdade, segundo especialistas a mortalidade é semelhante a da gripe Sazonal, aquela que você pegou no último final de semana e que afeta mundialmente entre 57.000 e 96.000 pessoas por semana, com entre 4.800 e 9.600 casos fatais e por ano mata entre 250 e 500 mil, segundo os números da Organização Mundial da Saúde (OMS)

No Brasil, a febre amarela em conluio com a dengue contaminaram cerca de 200 mil pessoas e cerca de cem perderam suas vidas nos primeiros quatro meses de 2009.

A AIDS mata mais de dois milhões de pessoas por ano. O mundo tem mais de 33 milhões de portadores do HIV, o vírus que provoca a doença.

A tuberculose mata 1,5 milhão de pessoas por ano e dos 9,27 milhões de casos detectados, mais de meio milhão são casos resistentes aos antibióticos e apareceram a partir de 2006, especialmente na China.

Por ano, o sarampo soma 900.000 mortes, enquanto a malária entre 1,5 e 2,7 milhões - em sua maioria crianças -, das 300 a 500 milhões de pessoas que contraem a doença.

Segundo a OMS, quase 90% das mortes provocadas por doenças infecciosas se devem a seis infecções - tuberculose, pneumonia, diarréia, sarampo, malária e AIDS -, que afetam principalmente os países pobres.

Denominada A Gripe do Medo e criada nos laboratórios de Imprensa, ela é implementada por cientistas frios e calculistas chamados de jornalistas que por sua vez colhem como fruto a audiência. Esta sim, foi a doença implacável que se alastrou pelas entranhas dos países, atacando mais de seis bilhões de pessoas, sem causar mortes, mas movimentando o mercado midiático.


Por Luís Eduardo Alves

1 comentários:

Mak disse...
17 de maio de 2009 12:33

Estava torcendo pelo fim da humanidade, mas parece que a grande midia quem vai nos matar, mesmo q seja fantasiosamente...

Postar um comentário